Pastoral da Liturgia

Coordenador(es):

Ernani - Tel. 99602-3406

 

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Pastoral litúrgica é o serviço para animar a vida litúrgica, levando em conta o contexto social, histórico, cultural e eclesial das comunidades, tendo em vista a participação ativa, consciente e plena de todos na celebração, para dela colherem frutos espirituais.

A pastoral litúrgica, com a participação da comunidade ou de seus representantes, ocupa-se com a preparação, realização e avaliação das celebrações. Comporta uma adequada organização da vida litúrgica em todos os níveis eclesiais e uma permanente formação litúrgica do povo, dos ministros e das equipes de liturgia.

As liturgias, bem celebradas inserem as pessoas, através da ação simbólico-ritual, na vivência do Mistério Pascal de Cristo. a pastoral litúrgica organiza-se tendo como referência os momentos fortes do Ano Litúrgico, festas dos padroeiros, acontecimentos importantes da história da comunidade, celebração dos sacramentos, privilegiando o domingo como dia da Ressurreição, da Palavra, da Eucaristia e da comunidade.

A pastoral litúrgica numa comunidade, paróquia ou diocese funciona com o auxílio de uma organização própria, provida de um plano de trabalho e um cronograma de atividades.

Para Enteder a liturgia

 

Desde os primeiros séculos, a Igreja procurou proteger o seu maior tesouro, de modo a que o culto divino espelhasse com fidelidade a fé apostólica. Não se encontrará, no curso de sua história, nenhuma evidência de que a Igreja tenha negligenciado sua sagrada liturgia.


Pelo contrário. Ver-se-á que, tão-logo superadas as perseguições, os cristãos cuidaram para que a missa fosse celebrada por meio de um rito que demonstrasse com esmero a sua sacralidade. De celebrações feitas nos subterrâneos, sobre os túmulos dos mártires, os Sagrados Mistérios são logo 'cercados' por um cuidado crescente para que os gestos litúrgicos testemunhassem a grandeza do sacramento.

Nova instrução sobre a liturgia


     A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos publicou uma instrução, chamada Redemptionis Sacramentum (O Sacramento da Redenção), por meio da qual estabelece regras a serem observadas por toda a Igreja. Basicamente, o documento chama a atenção dos fiéis para a necessidade de se coibir abusos que de forma alguma eram desejados por ocasião da reforma litúrgica introduzida pelo Concílio Vaticano II.


    Nas palavras do Santo Padre, o Papa João Paulo II, "a reforma litúrgica do Concílio trouxe grandes vantagens para uma participação mais consciente, ativa e frutuosa dos fiéis no santo sacrifício do altar", mas, "a par destas luzes, não faltaram sombras, infelizmente" (Ecclesia de Eucharistia, 10). Na realidade, as sombras a que se refere o Papa são as experimentações abusivas que se seguiram à reforma, muitas feitas ao arrepio da autoridade apostólica, um 'laissez faire' incompatível com a unidade da liturgia e, em muitos casos, introduzindo elementos que obliteram princípios teológicos indisponíveis, como a indispensabilidade do sacerdote na celebração do Santo Sacrifício.

 

A missa explicada parte por parte conheça a estrutura e organização da celebração eucarística:


     No esteio dessas experimentações, passaram a surgir expressões francamente equívocas, como "ministro extraordinário da eucaristia", "comunidade celebrante" ou mesmo conceitos que despojam a sacralidade e o valor sacrificial da Santa Missa. O Santo Padre se refere a alguns deles, como a redução da missa a um "encontro fraterno ao redor da mesa". Tudo isso nunca foi querido pelo Concílio nem estabelecido pela Igreja. Na verdade, basta uma leitura dos documentos oficiais da Igreja para se ter a convicção que o Concílio não quis essas experiências.


     Para uma melhor compreensão da realidade em que se insere a Instrução, recomendamos a leitura da apresentação da Instrução Redemptionis Sacramentum, feita pelo cardeal Francis Arinze, à época prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.


     A íntegra da Instrução Redemptionis Sacramentum, com as normas e recomendações da Santa Sé em relação à liturgia, pode ser lida no site, disponibilizada com recursos para facilitar a navegação. É um documento riquíssimo, lúcido e indispensável. Para uma melhor compreensão da importância do tema, recolhemos alguns exemplos de abusos litúrgicos, infelizmente freqüentes, para auxiliar o fiel a identificá-los e corrigi-los.

* Textos

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