Santa Teresinha do Menino Jesus, intercessora dos missionários

01/10/2018

Santa Teresinha do Menino Jesus, oferecia todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior

 

“Não quero ser santa pela metade, escolho tudo”.

 

A santa de hoje nasceu em Alençon (França) em 1873 e morreu no ano de 1897. Santa Teresinha não só descobriu que no coração da Igreja sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração – e o de todos nós – foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula Teresa: quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Teresinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.

Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual.

 

O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária “desde a criação do mundo até a consumação dos séculos”. Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma” e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.

 

Morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, no dia 30 de setembro de 1897 dizendo suas últimas palavras: “Oh!…amo-O. Deus meu,…amo-Vos!”

Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. A beatificação em 1923, a canonização em 1925 e declarada “Patrona Universal das Missões Católicas” em 1927, atos do Papa Pio XI. E a 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja.

 

Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!

 

 
Siga o exemplo de Santa Teresinha
 

Nos domingos e dias de festa, Santa Teresinha colocava seu pouco tempo disponível para prestar pequenos favores às suas irmãs do Carmelo. Também nós podemos seguir esse exemplo. Quanto tempo dedicamos àqueles que nos são importantes? Conseguimos nos desconectar dos nossos computadores e celulares para valorizar aqueles a quem realmente amamos? Ser missionário é também amar com gestos concretos e atenção a todos, começando, em primeiro lugar, pelos de nossa própria casa.

 

Por saber que uma das madres, que já tinha idade avançada, tinha alergia a perfume de flores, Santa Teresinha deixou de colocá-las diante da imagem do Menino Jesus, que ficava no claustro. Esse pequeno gesto demonstra o carinho e a atenção para com a religiosa. E nós? Quais são os pequenos sacrifícios que podemos fazer para nossos irmãos de comunidade? Muitas vezes, sabemos de algo que alguns não gostam e insistimos em continuar fazendo. A missão exige um abrir mão de nossas vontades, para acolher o outro com doçura e delicadeza.

 

Quando percebia que alguma irmã estava nervosa ou de mau humor, ela sempre a tratava com mais delicadeza, sendo amável e meiga: “Precisamos agir, pois, como o Senhor, desdobrarmo-nos em delicadezas e previdências para com as almas imperfeitas […]”. Todos os dias, também somos confrontados com inúmeras situações em que muitos se encontram nervosos ou estressados no trabalho. Como reagimos diante desses desafios? Temos a delicadeza do Senhor, que se manifesta a nós de um modo amável? Ou nos deixamos envolver pela atmosfera de mau humor e aumentamos ainda mais o mal-estar em nosso trabalho? Ser missionário é aprender a vivenciar as mais delicadas situações com prudência e carinho.

 

 

 

 

 

 

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